pt:Company:News & Events:Company:From the production line to a line of code 2020.20.0.0 PT/PT

Da linha de produção para a linha de código

Cinco trabalhadores, quatro meses e um projeto que exemplifica a transformação laboral e industrial que viveremos nos próximos anos e no qula o talento interno desempenha um papel fundamental: desde a linha de montagem até às de código. Um programa pioneiro para formar estes trabalhadores em software e incorporá-los como programadores júnior na SEAT:CODE. "O que pretendemos é mostrar que somos capazes de mover pessoas que estão atualmente na fábrica e mudar o seu papel, as suas vidas e o seu futuro através da tecnologia, para que possam contribuir num cenário diferente", explica Carlos Buenosvinos, responsável pela SEAT:CODE. Esta é a história de um grande desafio.

26 de junho, adeus à linha

Programa transforma 5 trabalhadores da linha de produção em programadores de software

Na fábrica 8 da SEAT Martorell, Óscar Orellana dedica-se à colocação de cintos, crossbeams e módulos de airbag. "Entrei há nove anos através da Escola de Aprendizes e tenho tido diferentes papéis na linha de produção… até hoje!". No laboratório de eletrónica, Adrián Hitos verifica se as máquinas estão a funcionar corretamente pela última vez. "Estou a iniciar um novo caminho, tanto a nível pessoal como profissional. Estou orgulhoso porque, entre todos os candidatos, fui escolhido", sorri satisfeito.

Requisito: paixão por mover o futuro

"Sempre sonhei em ser programador, por isso, quando soube do programa não hesitei. Era a minha oportunidade", explica Adrián Hitos. Para se inscreverem, os candidatos deveriam ser funcionários da SEAT, ter interesse na programação e um certo nível de inglês. Posteriormente, iniciou-se um exaustivo processo de seleção. "O que procurávamos é o que sempre exigimos na SEAT:CODE, atitude. O que mais prestamos atenção é que os olhos brilhem quando falam de tecnologia, de mudar o futuro", afirma Carlos Buenosvinos. Explica que, durante as entrevistas, um dos candidatos contou que tinha desenhado o seu próprio sistema de telemetria ligado a alguns carros que teve de reparar e que outro tinha criado um sistema WIFI separado para geolocalizar carros nas oficinas. Foi assim que  Óscar Orellana e Adrián Hitos, Miguel Ángel Pablos, Óscar Lara e Pablo Pardo foram selecionados.

29 de junho, na linha de partida

"Bom dia, vamos trabalhar convosco para vos converter em programadores". Com esta receção à GeeksHubs Academy* o curso intensivo começa. 16 semanas durante as quais os professores especializados em TI (Tecnologias de Informação) formarão os 5 candidatos com os conhecimentos de software necessários, tanto front-end (interface de utilizador) como back-end (modo de administrador). "Tenho alguma incerteza sobre o grande desafio que tenho pela frente", diz Adrián Hitos. "Estou muito motivado porque vou para um dos meus grandes objetivos", acrescenta Óscar Orellana.

Investir no talento interno

"Estamos a passar por uma transformação sem precedentes e, para a enfrentar, pensamos que o melhor talento é aquele que está dentro de si, muito empenhado e já conhece a cultura da empresa. Também enviamos a mensagem a todos os colaboradores que temos para os novos desafios", explica Ismael Lara, Chefe de Cultura, Aprendizagem & Desenvolvimento da SEAT. "Acreditamos firmemente que as pessoas que estão a passar por este processo podem expandir o seu potencial de impacto na SEAT", acrescenta Carlos Buenosvinos.

13 de outubro, na reta final

A renovação laboral e industrial são fundamentais para enfrentar os desafios da era digital

Já instalados na SEAT:CODE, os 5 candidatos enfrentam as últimas 3 semanas de formação. "Tem sido muito intenso, com muito trabalho e muito rápido, um desafio difícil, mas assumido", diz Adrián. "Umas semanas muito emocionantes, todos os dias aprendemos algo de novo e unimo-nos, apoiando-nos uns aos outros", argumenta Óscar. Agora, porém, devem voar totalmente sozinhos, sem nenhum apoio, com um projeto individual que apresentarão a um júri.

Próximo da linha de chegada

Para Ismael Lara, a curva de aprendizagem esperada foi muito ultrapassada. "Estão totalmente preparados para trabalhar como programadores juniores, por exemplo, de aplicações ou software  SEAT Mó para otimizar a logística da empresa". Resta umito pouco para saber se foram bem sucedidos e se passaram a fazer parte da equipa SEAT:CODE. "Sinto-me capaz de fazer parte de uma equipa de programadores e estar à altura disso", diz Adrián. "É aqui que começa  o meu futuro, para desenvolver apps e websites com a SEAT", conclui Óscar.

Os portadores da bandeira

Foram os primeiros, mas não os únicos. "Este programa é apenas o início de um caminho que vamos seguir durante anos", diz Lara. "O potencial de impacto destas novas funções dentro da empresa é altíssimo. Se apostarmos que mais colaboradores poderão passar por este processo, isso gerará um grande diferencial e, com outras empresas optando por essa oportunidade, o resultado será um ambiente altamente competitivo", conclui Carlos Buenosvinos, Gerente da SEAT:CODE.

Os 5 escolhidos:

Oscar Lara de Liz: Tem 44 anos e trabalha na SEAT desde 2005. Até há uns meses era condutor de máquina SIT.

Pablo Pardo González: Juntou-se à SEAT em 2004. Aos 45 anos, mudou de função como maquinista para este projeto-piloto.

Miguel Ángel Pablos Moreno: trabalhador de chapa metálica até junho. Tem 42 anos e faz parte da SEAT desde 2011.

Adrián Hitos Jiménez: 26 anos e ingressou na SEAT em 2013 e, até ingressar no programa, trabalhava como técnico de manutenção de montagem.

Oscar Orellana González: Completou 25 anos e está na SEAT há 8 anos, desde 2012. Foi operador da linha de montagem do SEAT Ibiza e Arona.

A necessidade de transformar talento, em 5 passos:

  1. 47% dos empregos atuais desaparecerão nos próximos 25 anos, de acordo com um estudo da Universidade de Oxford. Pelo contrário, são criadas novas profissões ligadas à digitalização.
  2. 66% dos novos compradores de automóveis usam os websites dos fabricantes como principal fonte de informação, de acordo com o relatório "The Future Enterprise" do estúdio britânico EY.
  3. Um veículo elétrico tem 100 milhões de linhas de código, mais do que um caça F35.
  4. Em poucos anos, a tecnologia do veículo para alcançar a maior conectividade representará 50% do seu valor.
  5. O veículo conectado do futuro gerará 25 GB de dados por hora, de acordo com a EY.
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